AMANHÃ dia 26.11 ÁS 09 hs NA IGREJA ASSEMBLEIA DE DEUS PARNAMIRIM ESTAREMOS PALESTRANDO NO FÓRUM DE MISSÕES SOBRE A IGREJA PERSEGUIDA, VOCÊ ESTÁ CONVIDADO (a)
INFORMAÇÕES: 084 8719-1301
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
16º Aniversário de JOVENS
AMANHÃ ÁS 19 hs NA IGREJA ASSEMBLEIA DE DEUS CONGREGAÇÃO DE FAROL II
HAVERÁ UM CULTO DE GRATIDÃO AO SENHOR JESUS PELOS 16 ANOS DO CONJUNTO DE MOCIDADE EMBAIXADORES DO REI.
PARTICIPE!!!!
Rua camaragibe , 800
Mãe luíza
Natal Rn
Informações 084 8718-8014
HAVERÁ UM CULTO DE GRATIDÃO AO SENHOR JESUS PELOS 16 ANOS DO CONJUNTO DE MOCIDADE EMBAIXADORES DO REI.
PARTICIPE!!!!
Rua camaragibe , 800
Mãe luíza
Natal Rn
Informações 084 8718-8014
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Proibição do islã
Paquistão proíbe mensagens de texto via celular com o nome Jesus Cristo
A decisão foi anunciada nesta sexta-feira, 18, pelo porta-voz da operadora Telenor Pakistan, Anjum Nida Rahman, que explicou que a ordem faz parte de uma tentativa da agência reguladora de bloquear mensagens de spam.
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
IGREJA OU EMPRESA???
"NEM O QUE PLANTA É ALGUMA COISA, NEM O QUE REGA, MAS DEUS,
QUE DÁ O CRESCIMENTO..." I CO 3:7
EU NÃO ENTENDO COMO PESSOAS QUE SE DIZEM CRISTÃOS, TENDO TODA A LIBERDADE DE SEGUIR A JESUS, FICAM SE EMBARAÇANDO COM PICUINHAS, CARGOS, PREOCUPADOS EM COMO CHEGAR LÁ EM CIMA,DEUS NÃO NOS RESGATOU PARA SERMOS VISTOS, BAJULADOS, CONHECIDOS, ESTAR ENTRE O SUCESSO... MEU DEUS NÃO FOMOS CHAMADOS PARA SERVIR?
QUE DÁ O CRESCIMENTO..." I CO 3:7
EU NÃO ENTENDO COMO PESSOAS QUE SE DIZEM CRISTÃOS, TENDO TODA A LIBERDADE DE SEGUIR A JESUS, FICAM SE EMBARAÇANDO COM PICUINHAS, CARGOS, PREOCUPADOS EM COMO CHEGAR LÁ EM CIMA,DEUS NÃO NOS RESGATOU PARA SERMOS VISTOS, BAJULADOS, CONHECIDOS, ESTAR ENTRE O SUCESSO... MEU DEUS NÃO FOMOS CHAMADOS PARA SERVIR?
E PORQUE TANTA BRIGA? DIVISÃO? TRADIÇÃO? NÃO FOMOS CHAMADOS PARA IR ATÉ OS POBRES, NECESSITADOS, NUS, FAMINTOS???
QUANDO NÃO SÃO ESSAS SITUAÇÕES, SÃO PESSOAS QUE NEM FAZEM E NEM TE DEIXAM FAZER POR INVEJA, INCAPACIDADE E POR FALTA DE VISÃO DE DEUS!
ONDE VAMOS PARAR?" MEU POVO PERECE POR FALTA DE CONHECIMENTO..."
POR ISSO QUE MUITAS CEITAS ESTÃO CRESCENDO EM POLPA, PORQUE SABEM TRABALHAR EM UNIÃO E NÃO DESISTEM DOS SEUS OBJETIVOS... REFLITA!"A BÍBLIA DIZ AS PORTAS DO INFERNO NÃO PREVALECERÃO CONTRA A IGREJA"MAS QUE IGREJA?A IGREJA DEVE ESTAR NA POSIÇÃO DE IGREJA E NÃO DE EMPRESA!!! 
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Agenda
Agenda
DIA 19 DE NOVEMBRO EVENTO EM FAROL 2 MÃE LUÍZA PARA CRISTO, EVANGELIZAÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DE BRINQUEDOS ÁS 14 HS.
ÁS 19 HS CULTO DE ADORAÇÃO A DEUS E SORTEIO DE CESTAS BÁSICAS.
DIA 26 DE NOVEMBRO ÁS 09 HS FÓRUM DE MISSÕES PARNAMIRIM
DIA 26 DE NOVEMBRO ÁS 19 HS ANIVERSÁRIO DO CONJUNTO EMBAIXADORES DO REI - MOCIDADE
DIA 19 DE NOVEMBRO EVENTO EM FAROL 2 MÃE LUÍZA PARA CRISTO, EVANGELIZAÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DE BRINQUEDOS ÁS 14 HS.
ÁS 19 HS CULTO DE ADORAÇÃO A DEUS E SORTEIO DE CESTAS BÁSICAS.
DIA 26 DE NOVEMBRO ÁS 09 HS FÓRUM DE MISSÕES PARNAMIRIM
DIA 26 DE NOVEMBRO ÁS 19 HS ANIVERSÁRIO DO CONJUNTO EMBAIXADORES DO REI - MOCIDADE
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
VOCÊ TEM AMADO AS SUAS IRMÃS EM CRISTO?????
DESPERTAI ÓH MULHERES LIVRES E CUMPRAM O VOSSO CHAMADO!
"CHORAIS COM OS QUE CHORAM..."
REÚNAM AS MULHERES DE SUA IGREJA E INTERCEDAM, CLAMEM, JEJUEM, OFERTEM, DIVULGUEM... ACESSEM www.portasabertas.org.br Xênia França
"CHORAIS COM OS QUE CHORAM..."
REÚNAM AS MULHERES DE SUA IGREJA E INTERCEDAM, CLAMEM, JEJUEM, OFERTEM, DIVULGUEM... ACESSEM www.portasabertas.org.br Xênia França
Líder Supremo do Irã é chamado para analisar julgamento do Pr. Yousef.
O possível enforcamento do pastor Yousef Nadarkhani, que está enfrentando a sentença de execução por se recusar a negar a sua fé em Jesus, atingiu os mais altos níveis do governo iraniano, pois o Líder Supremo, Ali Khamenei foi chamado para dar sua opinião sobre a possível sentença de morte para o pastor.
Mohammad Dadkah, advogado de Yousef, disse à CNN que Nadarkhani ainda está vivo e que o tribunal pediu que o maior líder religioso do Irã entrasse no debate. Embora Khamenei tenha a autoridade final em assuntos no Irã, tal movimentação é incomum para um caso que deveria ter sido decidido na segunda-feira (10/10).
Nadarkhani, líder de uma das maiores redes de igrejas domésticas do Irã, foi condenado por apostasia em novembro de 2010, uma acusação que ele pediu para ser revista pela Suprema Corte do país. Em julgamentos no mês passado, Nadarkhani se recusou a negar suas crenças em Jesus.
Após alguns julgamentos, o pastor Yousef foi acusado de ser sionista e ser uma ameaça para a segurança nacional. Mas o Supremo Tribunal do Irã apenas consta como acusação o crime de apostasia contra o pastor.
O caso atraiu atenção internacional, com governos de todo o mundo, incluindo Estados Unidos, Inglaterra e França emitindo declarações de preocupação quanto ao destino do pastor.
“Nadarkhani tem feito nada mais do que manter sua fé devota naquilo que acredita, o que é um direito universal para todos”, disse um porta-voz da Casa Branca. “As autoridades iranianas estão tentando forçá-lo a renunciar sua fé, o que viola os valores religiosos que eles alegam defender.”
Mohammad Dadkah, advogado de Yousef, disse à CNN que Nadarkhani ainda está vivo e que o tribunal pediu que o maior líder religioso do Irã entrasse no debate. Embora Khamenei tenha a autoridade final em assuntos no Irã, tal movimentação é incomum para um caso que deveria ter sido decidido na segunda-feira (10/10).
Nadarkhani, líder de uma das maiores redes de igrejas domésticas do Irã, foi condenado por apostasia em novembro de 2010, uma acusação que ele pediu para ser revista pela Suprema Corte do país. Em julgamentos no mês passado, Nadarkhani se recusou a negar suas crenças em Jesus.
Após alguns julgamentos, o pastor Yousef foi acusado de ser sionista e ser uma ameaça para a segurança nacional. Mas o Supremo Tribunal do Irã apenas consta como acusação o crime de apostasia contra o pastor.
O caso atraiu atenção internacional, com governos de todo o mundo, incluindo Estados Unidos, Inglaterra e França emitindo declarações de preocupação quanto ao destino do pastor.
“Nadarkhani tem feito nada mais do que manter sua fé devota naquilo que acredita, o que é um direito universal para todos”, disse um porta-voz da Casa Branca. “As autoridades iranianas estão tentando forçá-lo a renunciar sua fé, o que viola os valores religiosos que eles alegam defender.”
Líder Supremo do Irã é chamado para analisar julgamento do Pr. Yousef.
O possível enforcamento do pastor Yousef Nadarkhani, que está enfrentando a sentença de execução por se recusar a negar a sua fé em Jesus, atingiu os mais altos níveis do governo iraniano, pois o Líder Supremo, Ali Khamenei foi chamado para dar sua opinião sobre a possível sentença de morte para o pastor.
Mohammad Dadkah, advogado de Yousef, disse à CNN que Nadarkhani ainda está vivo e que o tribunal pediu que o maior líder religioso do Irã entrasse no debate. Embora Khamenei tenha a autoridade final em assuntos no Irã, tal movimentação é incomum para um caso que deveria ter sido decidido na segunda-feira (10/10).
Nadarkhani, líder de uma das maiores redes de igrejas domésticas do Irã, foi condenado por apostasia em novembro de 2010, uma acusação que ele pediu para ser revista pela Suprema Corte do país. Em julgamentos no mês passado, Nadarkhani se recusou a negar suas crenças em Jesus.
Após alguns julgamentos, o pastor Yousef foi acusado de ser sionista e ser uma ameaça para a segurança nacional. Mas o Supremo Tribunal do Irã apenas consta como acusação o crime de apostasia contra o pastor.
O caso atraiu atenção internacional, com governos de todo o mundo, incluindo Estados Unidos, Inglaterra e França emitindo declarações de preocupação quanto ao destino do pastor.
“Nadarkhani tem feito nada mais do que manter sua fé devota naquilo que acredita, o que é um direito universal para todos”, disse um porta-voz da Casa Branca. “As autoridades iranianas estão tentando forçá-lo a renunciar sua fé, o que viola os valores religiosos que eles alegam defender.”
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
PASTOR GAY?
Igreja Presbiteriana vai ordenar primeiro pastor abertamente gay
A Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos recebeu de volta um pastor que teve de renunciar ao cargo por ser gay, segundo informações da agência de notícias Associated Press. Após 20 anos de afastamento, Scott Anderson foi novamente ordenado neste sábado (8) em sua casa em Madison, Wisconsin.
Scott Anderson em seu escritório; ele foi nomeado primeiro pastor assumidamente gay da igreja Presbiteriana.
“Quem conhece Scott vê seu extraordinário dom de ministério, a sua capacidade de pregar a palavra, sua compaixão, sua humildade”, disse Jennifer Sauer, 41 anos, que frequentava a igreja de Anderson.
“Quem conhece Scott vê seu extraordinário dom de ministério, a sua capacidade de pregar a palavra, sua compaixão, sua humildade”, disse Jennifer Sauer, 41 anos, que frequentava a igreja de Anderson.
Em entrevista recente, Anderson, 56, lembrou que escondeu sua sexualidade de 1983 a 1990, quando renunciou depois de um casal descobrir que ele era gay e tentar usar as informações contra ele.
“Esse foi realmente o melhor e o pior momento da minha vida”, disse Anderson. “Foi o melhor porque eu era capaz dizer, pela primeira vez, quem eu era. Mas havia também a tristeza de deixar o que eu amava.”
MUDANÇAS NA IGREJA
A Ordenação na Igreja Presbiteriana foi possível graças a décadas de debate se pessoas abertamente gays deveriam ser autorizadas a servir na igreja.
A Ordenação na Igreja Presbiteriana foi possível graças a décadas de debate se pessoas abertamente gays deveriam ser autorizadas a servir na igreja.
A concessão se deu graças a mudança na constituição da igreja que exigia do clero “na fidelidade dentro do casamento entre um homem e uma mulher, ou a castidade no celibato.” A Assembleia Nacional Presbiteriana dos Estados Unidos aprovou retirar essa regra no ano passado.
QUE AMOR É ESSE?
Chade, Mali, Angola, Costa do Marfim, Moçambique, Guiné Bissau, Serra Leoa, Somália, Quênia, Etiópia, Eritreia, Dijibouti, Timor Leste, Senegal, Ruanda, Haiti, Zimbabwe.
São apenas ‘alguns’ países que sofrem com guerras civis, epidemias, fome, sede, pobreza, seca e gente que morre aos ‘montes’ todos os dias.
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Missionário atacado com espadas é dado como morto
03 out 2011Índia
Um grupo de anticristãos, ávidos por sangue, atacou brutalmente um missionário sustentado pela Gospel for Asia com espadas e outras armas.No dia 23 de setembro por volta das 20h30, o pastor Bashuda recebeu um telefonema de um dos membros da sua igreja pedindo oração. Ele pegou sua bicicleta e se dirigia para casa quando aconteceu o ataque.
Conforme Bashuda andava em sua bicicleta, notou um carro vindo em sua direção na estrada estreita e escura. Ele encostou para deixar o carro passar, mas, em vez disso, o carro parou e cinco homens furiosos foram atrás do missionário.
O pastor Bashuda tentou sair correndo, mas eles o pegaram e começaram a espancá-lo com espadas. O ataque brutal deixou Bashuda inconsciente.
Pensando que o cristão estivesse morto, o grupo de homens arrancou com o carro, deixando Bashuda à beira da estrada. Meia hora depois, um homem de bicicleta viu Bashuda e foi verificar se ele estava bem. Ele descobriu de qual povoado o pastor era e correu para encontrar ajuda.
Quando chegou ao povoado de Bashuda, ele chamou a primeira pessoa que encontrou, dizendo: “Um homem do seu povoado está gravemente ferido, caído na estrada”.
Ele e os moradores se dirigiram ao local onde Bashuda estava caído, impotente. Quando os moradores reconheceram seu pastor, rapidamente o levaram ao hospital.
Bashuda está atualmente em estado crítico e precisa desesperadamente de orações. Por favor, ore para que o Senhor cure milagrosamente o pastor Bashuda de seus ferimentos, trazendo glória ao Seu poderoso nome. Ore também por seus agressores: que eles venham a conhecer o amor remidor de Cristo.
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Cristão interrado VIvo
Cristão é enterrado vivo, sobrevive e agora testemunha o poder do Senhor
30 mar 2011Nigéria
O dia 17 de janeiro será uma vívida memória de Ali Moses, 46, durante muito tempo. O ataque quase fatal contra a vida de Ali se transformou em um testemunho poderoso, destinado a tocar muitas vidas.
Naquela tarde, Ali estava indo para casa após um longo dia de trabalho. Ele havia recebido seu salário e, como nos seus outros dias de pagamento, Ali tinha planejado algo muito especial para sua família.
Em seu caminho para casa, Ali ouviu tiros. O pânico fez com que ele voltasse para o seu local de trabalho o mais rápido possível. Mas, antes de chegar lá, ele se encontrou com um grupo de muçulmanos furiosos. Eles estavam declarando o nome de Alá em árabe, gritando frases profanas, insultando o governador cristão de Jos e pedindo o extermínio dos cristãos.
Em segundos, Ali estava cercado pela multidão violenta. Ele levou muitos socos.
Mais de 18 horas depois, Ali acordou em um hospital. Seu corpo estava debilitado e coberto de ferimentos. O representante da Portas Abertas, Isaac, foi visitar Ali no hospital logo depois do incidente, para levar encorajamento e ajuda e para saber sobre a agressão sofrida. Considerando o curso dos acontecimentos, parece que os agressores enterraram Ali vivo enquanto ele estava inconsciente.
Ali se refere à pessoa que veio ao seu encontro para lhe ajudar como “samaritano”. Na manhã seguinte ao acidente, Ado estava caminhando e notou algo que parecia ser um túmulo recente. Ele percebeu um movimento no monte de areia e se aproximou para verificar o que era. Para sua surpresa, ele constatou que era uma pessoa. Imediatamente, ele pediu ajuda.
A polícia militar retirou Ali da cova e o levou para o hospital. No início, os médicos pensaram que seria muito difícil que ele ainda estivesse vivo após 18 horas de sofrimento. Mas o testemunho de Ali faz os mais céticos refletirem.
Após passar algum tempo no hospital, Ali se recuperou completamente.
“Eu sou muito grato a Deus por salvar minha vida naquele buraco. É um milagre. Deus me resgatou de uma maneira muito especial. Para a Portas Abertas, que Deus lhes abençoe abundantemente por sua ajuda. Ele irá recompensá-los poderosamente. Agora eu creio que o poder da vida e da morte está nas mãos do Senhor. Toda graça pertence a Ele”.
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Pastor Yousef
Pastor Yousef permanece firme em sua fé
Pastor Yousef Nadarkhani se recursou a negar sua fé em Jesus Cristo ontem na quarta e última audiência em um tribunal no Irã. Pastor Yousef foi condenado pelo crime de apostasia (abandonar o islamismo) e sentenciado a morte por enforcamento.
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Você sabe o que são Cristãos Coptas?
O que significa Copta?
Os cristãos de origem egípcia são conhecidos como coptas.
A palavra deriva do grego “aiguptius” que significa simplesmente egípcio. Quando os árabes muçulmanos invadiram o Egipto no século VII a população local era esmagadoramente cristã. Os muçulmanos ocupantes apelidavam os habitantes locais de egípcios, usando a palavra grega, e com o passar dos anos esse nome passou a definir os cristãos por oposição aos muçulmanos, de etnia árabe. Hoje em dia Copta significa qualquer cristão de tradição egípcia.
Origens do Cristianismo no Egito
Os coptas são uma das comunidades cristãs mais antigas do mundo.
No início da expansão cristã Alexandria era uma das principais cidades do império romano e formou-se desde cedo uma comunidade cristã, que atribui as suas origens a São Marcos.
Alexandria foi um dos quatro primeiros patriarcados, juntamente com Antioquia, Jerusalém e Roma.
A Igreja Copta Ortodoxa
A principal Igreja no Egito é a Igreja Copta Ortodoxa, chefiada pelo Papa Shenouda III.
Esta Igreja não está em comunhão nem com a Igreja Católica nem com as Igrejas Ortodoxas de tradição bizantina, como a Russa, a Grega e outras da Europa de Leste.
Os coptas ortodoxos pertencem à comunhão de Igrejas que se separaram do resto do Cristianismo depois do concílio de Calcedónia, no século V, que inclui ainda a Igreja Arménia, a Igreja Etíope, entre outras.
Contribuições para o Cristianismo
Os coptas têm feito grandes contribuições para o Cristianismo universal, nomeadamente no que diz respeito à tradição monástica, que nasceu nos desertos do Egipto com grandes figuras como Santo Antão.
Deve-se ainda aos coptas a preservação de inúmeros textos sagrados.
Comunidade perseguida
Sendo hoje uma pequena minoria num país esmagadoramente muçulmano, os coptas queixam-se de perseguição e opressão graves e frequentes.
Por lei é impossível um muçulmano converter-se ao Cristianismo no Egipto, enquanto os cristãos vêem a sua vida facilitada se se converterem ao Islão.
Enquanto não existem limites à construção ou reparo de mesquitas, é preciso uma ordem presidencial para construir uma Igreja ou sequer fazer obras numa já existente.
Os coptas queixam-se ainda de discriminação por parte da polícia e das forças de segurança.
Uma tragédia frequente é o rapto de jovens mulheres coptas que depois são forçadas a converter-se e a casar-se com muçulmanos. Nestas situações as autoridades tendem a não tomar qualquer acção.
Nos últimos anos a tensão inter-religiosa tem aumentado. O Ano de 2010 começou com um ataque a cristãos que saíam de uma Igreja depois de celebrar o Natal, segundo o calendário juliano, e terminou com o bombardeamento de uma Igreja em Alexandria, causando a morte de 23 pessoas.
Os cristãos de origem egípcia são conhecidos como coptas.
A palavra deriva do grego “aiguptius” que significa simplesmente egípcio. Quando os árabes muçulmanos invadiram o Egipto no século VII a população local era esmagadoramente cristã. Os muçulmanos ocupantes apelidavam os habitantes locais de egípcios, usando a palavra grega, e com o passar dos anos esse nome passou a definir os cristãos por oposição aos muçulmanos, de etnia árabe. Hoje em dia Copta significa qualquer cristão de tradição egípcia.
Origens do Cristianismo no Egito
Os coptas são uma das comunidades cristãs mais antigas do mundo.
No início da expansão cristã Alexandria era uma das principais cidades do império romano e formou-se desde cedo uma comunidade cristã, que atribui as suas origens a São Marcos.
Alexandria foi um dos quatro primeiros patriarcados, juntamente com Antioquia, Jerusalém e Roma.
A Igreja Copta Ortodoxa
A principal Igreja no Egito é a Igreja Copta Ortodoxa, chefiada pelo Papa Shenouda III.
Esta Igreja não está em comunhão nem com a Igreja Católica nem com as Igrejas Ortodoxas de tradição bizantina, como a Russa, a Grega e outras da Europa de Leste.
Os coptas ortodoxos pertencem à comunhão de Igrejas que se separaram do resto do Cristianismo depois do concílio de Calcedónia, no século V, que inclui ainda a Igreja Arménia, a Igreja Etíope, entre outras.
Contribuições para o Cristianismo
Os coptas têm feito grandes contribuições para o Cristianismo universal, nomeadamente no que diz respeito à tradição monástica, que nasceu nos desertos do Egipto com grandes figuras como Santo Antão.
Deve-se ainda aos coptas a preservação de inúmeros textos sagrados.
Comunidade perseguida
Sendo hoje uma pequena minoria num país esmagadoramente muçulmano, os coptas queixam-se de perseguição e opressão graves e frequentes.
Por lei é impossível um muçulmano converter-se ao Cristianismo no Egipto, enquanto os cristãos vêem a sua vida facilitada se se converterem ao Islão.
Enquanto não existem limites à construção ou reparo de mesquitas, é preciso uma ordem presidencial para construir uma Igreja ou sequer fazer obras numa já existente.
Os coptas queixam-se ainda de discriminação por parte da polícia e das forças de segurança.
Uma tragédia frequente é o rapto de jovens mulheres coptas que depois são forçadas a converter-se e a casar-se com muçulmanos. Nestas situações as autoridades tendem a não tomar qualquer acção.
Nos últimos anos a tensão inter-religiosa tem aumentado. O Ano de 2010 começou com um ataque a cristãos que saíam de uma Igreja depois de celebrar o Natal, segundo o calendário juliano, e terminou com o bombardeamento de uma Igreja em Alexandria, causando a morte de 23 pessoas.
Cairo!
Líder muçulmano ameaça cristãos coptas | |||||
Os cristãos e o governo já esperavam por tal atitude e solicitaram a prisão do líder islâmico, pelos insultos e ameaças que ele pronunciou em seu discurso. Os cristãos disseram que todos os egípcios são iguais e isso independe da fé, segundo a constituição do país. O líder islâmico alegou que a revolução que ocorreu no Egito foi resultado de um movimento Salafista (linha do islamismo). Ele afirmou: “Ninguém nega que os salafistas tenham a maior parte de responsabilidade no início da revolução, pois mostraramou ao povo que os governos árabes eram fiéis ao Ocidente, davam os nossos recursos a eles e nãosua falta de preservavamção de nossos lugares sagrados.” Abu Shadi, em seguida, fez algumas declarações chocantes, que só podem ser vistaos como ameaças diretas de ataquess diretas, dirigidas à comunidade copta e para aàqueles que lutam pelo secularismo. Abu Shadi disse que os salafistas estão se preparando para fazerem a Jjihad no Egito, e em larga escala, comdizendo que a estimativa de era de que milhões de pessoas serão atacadas. Shadi disse que seus alvos principais seriam os “inimigos do Islã.” Além disso, ele garantiu que os movimentos islâmicos egípcios têm “mecanismos para lidar com os infiéis.” Tradução: Lucas Gregório |
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
IRÂ!
Cristão, acusado de blasfêmia, morre na cadeia | |||||
A autópsia indicou que Aslam Masih morreu pelo vírus da Dengue, mas existem informações de que os funcionários da prisão negaram atendimento médico para ele. Masih foi preso no início de 2010, depois que muçulmanos acusaram ele falsamente por blasfêmia. Masih foi libertado inicialmente por não haverem provas suficientes, mas mais tarde foi preso novamente após pressão dos muçulmanos locais. No Paquistão, muitos cristãos acusados de blasfêmia morrem na prisão antes mesmo de ir ao tribunal. Em 15 de março, autoridades paquistanesas informaram que Qamar David morreu de ataque cardíaco, mas seu advogado alegou que ele foi assassinado. Em 20 de setembro de 2009, Falish Masih foi encontrado morto dentro de sua cela com ferimentos graves. Apesar disso, a polícia disse que ele se suicidou. “Condeno as autoridades da prisão por não ter fornecido o tratamento médico para Aslam Masih e desejo criar uma comissão para investigar a morte de Masih”, disse o Dr. Nazir Batti, presidente do Congresso Cristão do Paquistão. “A morte de Aslam Masih na prisão levantou questões de segurança e proteção para a vida de Asia Bibi, uma mãe cristã que foi condenada à morte e espera para ser ouvida na Alta Corte de Lahore. E se ela sofrer o mesmo que Masih sofreu e falecer?”, disse o presidente do Conselho Tradução: Portas Abertas |
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Julgamento de Pastor no Irã.
Ore pelo julgamento de Yousef Nadarkhani | |||||
No dia 25 de setembro, Yousef enfrentará sua última chance de defender seu destino e sua posição, antes que o tribunal do Irã ordene sua execução por ele ter deixado o Islã e crido em Jesus Cristo. Pastor Yousef foi condenado à morte por sua conversão ao cristianismo. O Supremo Tribunal Revolucionário em Qom enviou o processo ao tribunal, para que possam inserir resultados adicionais sobre o incidente. O tribunal está definindo se o caso será analisado novamente no dia 25 de setembro deste ano. Se o pastor for acusado de ter sido muçulmano e se tornado cristão, o tribunal pode definir a sentença de morte contra ele. Para o advogado do pastor, Mohammad Ali Dadkah, Yousef está esperançoso de que o juiz reconheça o veredito do caso como inconsistente, com base na Constituição iraniana e sob as obrigações do país sob as leis internacionais. A limpeza religiosa no Irã parece estar ficando mais nítida. Vários líderes religiosos, incluindo o aiatolá Hosseini Boosheiri, um líder religioso e membro da Assembleia de Peritos, e o líder supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei, declararam publicamente que os cristãos são inimigos do Islã e do Irã. |
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Laos
Órfãos sofrem pressão para abandonarem sua fé em Jesus | |||||
Depois de frequentar uma igreja local e se tornar cristão, um dos órfãos compartilhou o evangelho com seus colegas de quarto. Logo, 10 outros órfãos aceitaram a Jesus Cristo e começaram a frequentar os cultos regularmente. Quando o diretor-geral soube das conversões, disse às crianças várias vezes para pararem de ir à igreja. Depois de pressionar os meninos, sem resultados, o diretor chamou o grupo para seu escritório na sexta-feira, 19 de agosto de 2011. Ele os ameaçou dizendo que se não acatassem suas ordens eles iriam que enfrentar sérias consequências por seguirem a Jesus. Sete dos órfãos prometeram que parariam de frequentar a igreja, mas nenhum deles renunciou sua fé. Os outros quatro órfãos continuam a ir para a igreja e se recusam a se dobrar sob a pressão. Por favor, orem para que Deus proteja esses órfãos e fortaleça ainda mais a fé deles e para que eles consigam resistir a pressão que estão impondo sobre eles. |
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Medo no Nepal
O medo cresce nas igrejas do país após atentados | |||||
Na noite de domingo, enquanto o Parlamento do Nepal elegia um novo primeiro-ministro, em Katmandu, uma bomba foi descoberta no portão da Igreja Aradhana administrada pela congregação Assembléia de Deus em Khairapur, uma vila no extremo ocidente do Nepal. "Eu vi um objeto estranho na porta da igreja cerca de seis horas", disse Indra Bishwakarma, um padre da igreja. "Quando fui inspecioná-lo mais perto, vi pedaços de metal saliente. Percebi que era uma bomba e chamei meus dois filhos, que estavam dentro da igreja, para sair imediatamente. Então eu informei a polícia." Um esquadrão anti bomba do Exército do Nepal desativou a bomba depois de quase quatro horas. O pastor disse que não tinha inimigos pessoais e a plantação da bomba parecia ser um ato dirigido contra a igreja. Ninguém assumiu a autoria pelo ataque abortado. Em 2009, uma organização clandestina que se autodenomina o Exército de Defesa do Nepal (EDN) e busca a restauração do hinduísmo como religião do Estado, plantou uma bomba dentro da sala de oração da Igreja da Assunção, no Vale Katmandu, matando duas mulheres e uma adolescente de 14 anos. No ano anterior, o EDN bombardeou a Igreja Jyoti no bairro ocidental de Banke e uma mesquita no leste de Biratnagar, matando dois homens em oração. Liderados por um homem chamado Ram Prasad Mainali, o EDN extorquiu igrejas e ameaçando cristãos e muçulmanos, pedindo-lhes para deixar Nepal ou encarar a morte. Embora Mainali tenha sido preso em 2009, muçulmanos e cristãos estão preocupados com a decisão do governo interino outrora comunista de manter relações com o EDN e retirar casos contra ela, libertando todos os seus líderes presos. "Houve relatos pela polícia este ano que Mainali estava tramando da prisão bombardear locais públicos com a ajuda de seus cúmplices", disse Chirendra Satyal, porta-voz da Igreja de Assunção. "Ele tem os números de telefone da maioria de nós e sabe onde vivemos. Sentimo-nos ameaçados pelo gesto do governo de considerá-lo como um partido político e libertá-lo." |
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Notícias da Índia
Polícia prende 4 pastores e 11 cristãos | |||||
Depois de uma noite na prisão, eles foram liberados sob fiança um dia depois. É o mais recente episódio de agressão por nacionalistas hindus contra os pastores pentecostais. Mas Sajan George, presidente do Conselho Global de Cristãos Indianos (GCIC) aponta: “a situação é alarmante para todos os cristãos, Madhya Pradesh é um estado antigo que não garante nenhum direito existente na Constituição.” Os pastores Ramesh, Balu e Ashok estavam dirigindo uma reunião de oração com a participação de 20 pessoas. Destes, 11 foram presos por ter recebido o batismo, de acordo com o ritual pentecostal. De repente, ativistas da RSS armados invadiram a casa, junto com três oficiais da polícia local. Os pastores tentaram explicar o que estava acontecendo, mas os ativistas começaram a atacá-los, acusando-os de realizar conversões forçadas. Depois de prender os homens em Sumatra e a esposa do pastor Ramesh, a polícia interrogou os 11 cristãos que foram batizados. Junto com os ativistas hindus, a polícia tentou coagir os membros da igreja que foram detidos para que eles arquivassem falsas acusações contra o pastor Ramesh, acusando ele de praticar o proselitismo. O grupo se recusou, dizendo que eles realmente queriam ser batizados como crentes em Jesus. Em março, o governo tentou realizar um levantamento sobre a população cristão em Madhya Pradesh: quantidade de escolas, igrejas, líderes cristãos, a situação financeira, a renda externa e ver se existe algum apadrinhamento político e descobrir se algum dos cristãos tem alguma passagem criminal. Depois de protestos, a pesquisa foi bloqueada. Tradução: Portas Abertas |
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Missionária Helen no Brasil!
"Às vezes, não consigo acreditar que esta seja a minha vida - as quatro paredes de metal, todas nós encurraladas como gado; a dor, a fome, o medo. E tudo isso por causa da crença num Deus que ressuscitou e que me comissiona a compartilhar a fé com aqueles que ainda não o conhecem. Um Deus que sou proibida de adorar. Recordo-me da pergunta que me fizeram muitas vezes em meus meses na prisão: 'Helen, vale a pena enfrentar tudo isso por sua fé?'. Mesmo com os guardas ao redor, sussurro a resposta: 'Sim'."
Esta é parte do relato da cantora cristã Helen Berhane, que ficou presa durante dois anos em um contêiner de metal com cerca de 20 pessoas. Em seu país, a Eritreia, ser um cristão acarreta em várias dificuldades. O crime de Helen foi justamente não negar a Cristo como seu Salvador. Por essa razão, ela sofreu terríveis torturas.
Mas Helen não foi a única a enfrentar essas circunstâncias. Cerca de 10% dos cristãos eritreus estão presos em algum contêiner de metal ou em celas subterrâneas. Eles não foram julgados ou sequer acusados. Metade dos cristãos na Eritreia já passou pela experiência do cárcere.
Conheça melhor a história de Helen Berhane, esta forte mulher cristã que sobreviveu à perseguição. Acesse o catálogo de doações, doe R$78,00 para socorrer dois cristãos que vivem nas mesmas condições que ela viveu e ganhe o livro Canção da liberdade, que conta como foram os dias mais difíceis da vida dessa mulher ao escolher permanecer firme em sua fé mesmo em meio às adversidades da prisão.
Venha se encontrar pessoalmente com a Helen
Além disso, você poderá se encontrar pessoalmente com ela. Helen estará no Brasil em outubro. Acesse a agenda em nosso site e veja quais igrejas ela visitará. No dia 22, às 10h, haverá um show com essa cantora no Parque da Aclimação, em São Paulo. Participe conosco deste dia de louvor e adoração ao Senhor vindos da boca e do coração de alguém que sofreu, mas que não desistiu de sua salvação.
"Se eu pude cantar enquanto estava presa, imaginem o que vocês podem fazer para a glória de Deus estando em liberdade", diz Helen para a Igreja Livre.
Assista ao vídeo em que o Pr. Carlos Alfredo convida a todos para participar deste dia.
DIP 2012
O próximo Domingo da Igreja Perseguida será no dia 3 de junho de 2012! Fique atento para incluir o DIP na programação de sua igreja para o ano que vem. Vários cristãos como os da Eritreia precisam de nós!
Deus abençoe sua vida grandemente,
Vanessa Portella
Responsável pelo DIP
Esta é parte do relato da cantora cristã Helen Berhane, que ficou presa durante dois anos em um contêiner de metal com cerca de 20 pessoas. Em seu país, a Eritreia, ser um cristão acarreta em várias dificuldades. O crime de Helen foi justamente não negar a Cristo como seu Salvador. Por essa razão, ela sofreu terríveis torturas.
Mas Helen não foi a única a enfrentar essas circunstâncias. Cerca de 10% dos cristãos eritreus estão presos em algum contêiner de metal ou em celas subterrâneas. Eles não foram julgados ou sequer acusados. Metade dos cristãos na Eritreia já passou pela experiência do cárcere.
Conheça melhor a história de Helen Berhane, esta forte mulher cristã que sobreviveu à perseguição. Acesse o catálogo de doações, doe R$78,00 para socorrer dois cristãos que vivem nas mesmas condições que ela viveu e ganhe o livro Canção da liberdade, que conta como foram os dias mais difíceis da vida dessa mulher ao escolher permanecer firme em sua fé mesmo em meio às adversidades da prisão.
Venha se encontrar pessoalmente com a Helen
Além disso, você poderá se encontrar pessoalmente com ela. Helen estará no Brasil em outubro. Acesse a agenda em nosso site e veja quais igrejas ela visitará. No dia 22, às 10h, haverá um show com essa cantora no Parque da Aclimação, em São Paulo. Participe conosco deste dia de louvor e adoração ao Senhor vindos da boca e do coração de alguém que sofreu, mas que não desistiu de sua salvação.
"Se eu pude cantar enquanto estava presa, imaginem o que vocês podem fazer para a glória de Deus estando em liberdade", diz Helen para a Igreja Livre.
Assista ao vídeo em que o Pr. Carlos Alfredo convida a todos para participar deste dia.
DIP 2012
O próximo Domingo da Igreja Perseguida será no dia 3 de junho de 2012! Fique atento para incluir o DIP na programação de sua igreja para o ano que vem. Vários cristãos como os da Eritreia precisam de nós!
Deus abençoe sua vida grandemente,
Vanessa Portella
Responsável pelo DIP
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Indonésia
Cristãos fogem para não sofrerem represálias | |||||
A família Graeff é composta pelo pai, David Ray, de 41 anos, a mãe, Georgia Era, de 41 anos, e seus filhos, David e Daniel, de 12 e 14 anos de idade, respectivamente. Eles foram evacuados na noite de domingo, supostamente após moradores começarem a questionar a presença da família na região. Logo após a partida deles, alguns moradores queimaram o carro da família. O chefe de polícia de Palu, Comandante Deden Granada, disse que David Ray Graeff estava em Kabonena havia duas semanas e era professor na escola teológica em Uwera Marawola, em Sulawesi. “Tivemos que evacuar a família de sua casa para a segurança deles”, disse Deden. Um residente local, Habib Saleh Aladyrus, disse ao Jakarta Post, na segunda-feira, um dia antes ao ataque, ele havia recebido informações de que os alunos de um internato e residentes locais, não estrangeiros, estavam pregando o cristianismo na área. Ele disse que houve rumores de que um helicóptero transportara estrangeiros para as colinas de Kabonena no meio de uma noite, em junho de 2011. “No domingo, recebemos informações sobre dois carros que transportavam estrangeiros para as colinas. Então fomos atrás deles”, disse ele. Habib disse que ele e outros moradores suspeitavam que os estrangeiros da região tivessem reuniões escondidas, pois a administração do local não tinha sido informada da chegada deles. Ele disse que o fato de David Ray estar ensinando em Uwera, apesar de residir em Palu, adicionou mais suspeitas. Temia-se que a evacuação da família norte-americana no domingo despertasse antigas tensões, que remontam aos combates religiosos que atormentam a região há mais de 10 anos. A Central Sulawesi testemunhou uma luta feroz entre muçulmanos e cristãos entre 2001 e 2002, que gerou a morte de mais de 1.000 pessoas. |
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Perigo Islâmico
18 Cristãos mortos por terroristas muçulmanos

Dezoito pessoas foram mortas numa onda de violência ocorrida na cidade de Jos depois duma multidão ter atacado uma povoação - incidente que causou tumultos e violência. As pessoas foram mortas em povoações Cristãs, e os assassínios foram levados a cabo alegadamente por pastores pertencentes ao grupo Muslim Fulani em Jos.De acordo com testemunhas, os atacantes chegaram nos seus Opel Vectra às aldeias de Kuru e Mararaban-Jama'a, situadas à entrada da cidade de Jos, por volta das 9 da noite. Durante cerca de uma hora, este grupo islâmico atacou os Cristãos com armas de fogo e com ma...mais »
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Impactando Farol II
Impactando Farol II
Estará conosco na congregação de Farol II, dia 06/09/2011 Pas 19 horas a Coordenadora do Projeto Mulheres do Caminho desenvolvido pela instituição Portas Abertas, palestrando sobre a Igreja Perseguida.
Orem para que o Senhor possa restaurar o amor perdido de muitos....
Estará conosco na congregação de Farol II, dia 06/09/2011 Pas 19 horas a Coordenadora do Projeto Mulheres do Caminho desenvolvido pela instituição Portas Abertas, palestrando sobre a Igreja Perseguida.
Orem para que o Senhor possa restaurar o amor perdido de muitos....
segunda-feira, 27 de junho de 2011
VOCÊ PODE ORAR PELO AFEGANISTÃO?
Afeganistão: Calculando o que a ocupação fez às mulheres
Recentes relatos de grupos de direitos humanos e de responsáveis afegãos indicam que a violência contra as mulheres no Afeganistão está em ascensão e que essa tem sido a tendência desde o início da ocupação do Afeganistão pelos EUA e outros países da NATO.
Um relatório publicado em Abril de 2009 pela organização de direitos das mulheres Womankind diz que 80 por cento das mulheres afegãs são vítimas de violência doméstica. Outros relatórios põem esse número em até 87 por cento. A ministra afegã para as questões da mulher, Hassan-Banu Ghazanfar, disse recentemente que chega aos 90 por cento.
O dia 25 de Novembro foi o Dia Internacional para a Erradicação da Violência Contra as Mulheres. Essa violência é global e não específica das mulheres afegãs. No mundo em geral, a grande maioria das mulheres enfrenta uma violência grave sob uma ou outra forma durante a sua vida. Os factos sobre a violência contra as mulheres, mesmo nos países mais desenvolvidos, são chocantes. As violações, os abusos físicos e sexuais pelos maridos ou namorados, o assédio ou pior nos locais de trabalho, o tráfico de mulheres e a escravidão sexual são apenas algumas das formas de violência contra as mulheres. Estes factos sugerem que não é apenas um resquício do passado mas que o mundo capitalista, mesmo na sua fase mais desenvolvida, é uma fonte de opressão, discriminação e violência contra as mulheres.
Assim, não há um único país do mundo dominado pelo imperialismo onde as mulheres escapem à opressão e à violência. Este artigo centra-se no Afeganistão não só porque essas mulheres têm sofrido uma severa opressão sob os vários regimes fundamentalistas das últimas três décadas, e não só porque o nível de violência e outras formas de opressão é tão extremo, mas também porque as potências imperialistas ocuparam o país com o pretexto de libertarem as mulheres afegãs. Os seus representantes políticos ainda alegam descaradamente que, independentemente de tudo o resto que possa ter corrido mal nos seus planos, pelo menos isso é um grande feito deles. Agora, após nove anos de ocupação, estamos em condições de medir os resultados dessa pretensa libertação pelos ocupantes imperialistas.
Muitos dos relatos e investigações publicadas sobre a violência contra as mulheres no Afeganistão citam espancamentos, assédio, casamentos forçados, violações e a proibição das mulheres irem aos hospitais ou à escola, forçá-las a fazerem trabalhos difíceis, afastar os filhos para longe delas e impedi-las de terem qualquer voz na família e nas questões sociais.
Segundo o relatório acima referido da Womankind, 60 por cento dos casamentos no Afeganistão são forçados. E quase 57 por cento das meninas são forçados a casar antes de fazerem 16 anos.
A situação é particularmente grave nas zonas controladas pelos talibãs, onde são praticados castigos públicos por desobediência ao sistema patriarcal. Segundo o serviço em persa da BBC, em Agosto, na província de Badghais, no noroeste do Afeganistão, «uma viúva de 48 anos, cujo marido tinha sido morto alguns anos antes e que ficou grávida de outro homem, foi acusada de relação ilícita e condenada a 200 chicotadas seguidas de morte. A pena de morte foi executada por um comandante talibã que disparou sobre ela em público. Segundo um responsável policial de Badghais, o outro homem tinha prometido casar com ela. Segundo o mesmo relatório, esse homem também foi preso mas foi libertado depois de pagar uma multa aos talibãs.»
A 16 de Agosto, a Amnistia Internacional confirmou que, na província nordeste de Kunduz, um casal foi apedrejado até à morte numa aldeia sob controlo talibã. O jovem casal tinha sido acusado de fugir por os seus pais se terem oposto ao casamento deles.
No Verão passado, uma fotografia na capa da revista Time revelava quão horrenda pode ser a situação. Na província de Oruzgan, os talibãs acusaram uma jovem de18 anos chamada Ayesha de ter abandonado o marido e condenaram-na a ghesas (um castigo islâmico que significa cortar uma parte do corpo). Essa sentença foi executada pelo marido dela, um combatente talibã que lhe cortou as orelhas e o nariz e os abandonou numa zona montanhosa.
A comunicação social oficial ocidental tem usado este tipo de notícias e tem destacado sobretudo o crime contra Ayesha para alegar que os talibãs são a fonte da violência contra as mulheres no Afeganistão. Isto é uma tentativa de justificar a ocupação. E, mais que outra coisa, tem sido usado para contrariar a opinião pública nos EUA que é favorável a uma retirada norte-americana. A fotografia de Ayesha na revista Time estava acompanhada pela seguinte mensagem na manchete: «Isto era o que aconteceria se saíssemos do Afeganistão».
Agora, Ayesha foi transferida para os EUA para fazer uma cirurgia plástica de reconstrução do nariz e das orelhas. Mas o problema é que os talibãs não são a única força que apoia e executa a violência contra as mulheres. Há milhares de Ayeshas nas zonas sob controlo dos talibãs, mas também nas zonas sob o controlo dos ocupantes, que perderam partes do seu corpo ou as suas vidas. Mesmo que ainda estejam vivas, a sua verdadeira vida foi-lhes roubada.
Esta propaganda da guerra imperialista pode conseguir enganar algumas pessoas no estrangeiro, mas não pode de forma nenhuma justificar a ocupação aos olhos da maioria das pessoas no Afeganistão, que também têm vivido a brutal violência dos EUA e dos outros ocupantes, não só contra as mulheres mas também contra as crianças, os velhos e toda a população. A verdade é que os imperialistas dificilmente podem esconder do mundo inteiro o sangue que têm nas suas mãos devido à violência contra milhões de pessoas, incluindo e particularmente as mulheres do Afeganistão. Nada disto pode ser lavado com uma cirurgia plástica a Ayesha.
Um outro relatório esclarece indirectamente a situação das mulheres sob a ocupação liderada pelos EUA. «Novas investigações no Afeganistão mostram que está a aumentar o número de mulheres que cometem suicídio nesse país. As jovens que cometem suicídio lançando fogo a si próprias pareciam ser inicialmente um problema da província de Herat e de parte de Qandahar e Nimrooz, mas agora espalharam-se à maioria das províncias e sobretudo às províncias do norte e leste do Afeganistão. Faiz Mohammad Kaker, conselheiro de Karazi para a higiene e saúde, disse numa conferência de imprensa que 90 por cento desses suicídios se devem a depressão ou problemas mentais. Também referiu que o número de mulheres que sofrem de depressão grave é 28 por cento, que é um número muito elevado. Disse que todos os anos cerca de 2300 meninas e mulheres afegãs entre os 15 e 40 anos que sofrem de depressão cometem suicídio.» (Serviço em persa da BBC, 31 de Julho de 2010)
Porque é que a depressão e os problemas mentais estão tão generalizados entre as mulheres e são tão graves que as têm levado a cometerem tantos suicídios? Será que é outra coisa que não o tipo de vida a que essas mulheres são sujeitas? Mesmo Kaker não tentou sequer esconder isso, ou melhor, não o podia esconder. Disse: «A continuação da guerra civil e da violência no Afeganistão, as deslocações forçadas, os casamentos precoces, os casamentos forçados, a violação, a violência doméstica e a pobreza generalizada são as causas dos problemas mentais e da depressão no Afeganistão.»
Um fenómeno novo no Afeganistão é o número de mulheres que consomem drogas, o qual está a crescer. Segundo os números divulgados pela Comissão de Direitos Humanos do Afeganistão, mais de 120 mil mulheres consumem agora drogas, em particular ópio.
Porque é que o número de mulheres viciadas em droga e suicidas está a aumentar? Não será porque a pobreza e a violência contra elas estão a aumentar? Será que isso não quer dizer que os EUA e outros países imperialistas tornaram a situação ainda pior para as mulheres?
Não há dúvida nenhuma que as mulheres sofriam de uma forma quase inacreditável quando os talibãs e outros grupos fundamentalistas islâmicos estavam no poder. Mas não será verdade que a ocupação tornou a situação ainda mais complicada para as mulheres? Não veio aumentar os problemas e vidas difíceis das mulheres do Afeganistão, tal como a ocupação liderada pelos EUA indiscutivelmente o tem feito no Iraque? Os relatos e números disponíveis, e mesmo as investigações feitas por forças pró-imperialistas e por responsáveis do governo Karzai, tudo isto sugere que sim.
E sabemos que os números estão longe de ser completos. Não estamos a falar da violência dos bombardeamentos aéreos nem das rusgas nocturnas, nem das mortes fortuitas causadas pelos soldados ocupantes. Em tudo isto, tal como na vida familiar, as mulheres são as principais vítimas.
Os imperialistas ocidentais são responsáveis por isto. Nos anos 80, apoiaram, treinaram e financiaram os fundamentalistas islâmicos para os usarem na sua disputa global com o bloco imperialista soviético seu rival. Apoiaram esses fundamentalistas islâmicos quando eles tomaram o poder após os soviéticos terem sido expulsos. O Ocidente escolheu continuar calado durante as duas décadas seguintes, enquanto os seus aliados afegãos cometiam atrocidades contra as mulheres. Quando os talibãs lutaram pela tomada do poder para escravizarem as mulheres, houve muitos relatos de os EUA estarem envolvidos no seu apoio através dos ISI, os serviços secretos paquistaneses. E depois, quando os EUA decidiram combater os talibãs, foi uma vez mais o povo do Afeganistão e sobretudo as mulheres que tiveram que pagar por isso.
A única forma de os EUA poderem tentar parecer bem no Afeganistão é tentando comparar a actual situação das mulheres em certas zonas com a que existia ou continua a existir sob os talibãs. Isto é, em si mesmo, uma admissão implícita de quão horrível é a situação das mulheres em todo o país. Porém, mesmo nesta indigna comparação, não é claro quem sai «vencedor».
O que os EUA e o governo Karzai que eles aí instalaram salientam como o seu grande feito é terem aberto escolas para meninas e permitido que as mulheres trabalhassem. Algumas mulheres trabalham como funcionárias públicas ou membros do parlamento e mesmo um punhado delas como polícias. Tudo isto era proibido pelos talibãs.
Um relatório publicado em Abril de 2009 pela organização de direitos das mulheres Womankind diz que 80 por cento das mulheres afegãs são vítimas de violência doméstica. Outros relatórios põem esse número em até 87 por cento. A ministra afegã para as questões da mulher, Hassan-Banu Ghazanfar, disse recentemente que chega aos 90 por cento.
O dia 25 de Novembro foi o Dia Internacional para a Erradicação da Violência Contra as Mulheres. Essa violência é global e não específica das mulheres afegãs. No mundo em geral, a grande maioria das mulheres enfrenta uma violência grave sob uma ou outra forma durante a sua vida. Os factos sobre a violência contra as mulheres, mesmo nos países mais desenvolvidos, são chocantes. As violações, os abusos físicos e sexuais pelos maridos ou namorados, o assédio ou pior nos locais de trabalho, o tráfico de mulheres e a escravidão sexual são apenas algumas das formas de violência contra as mulheres. Estes factos sugerem que não é apenas um resquício do passado mas que o mundo capitalista, mesmo na sua fase mais desenvolvida, é uma fonte de opressão, discriminação e violência contra as mulheres.
Durante os protestos de cerca de 300 mulheres afegãs a 15 de Abril de 2009 contra a Lei da Família, elas foram cercadas e apedrejadas por cerca de 1000 homens afegãos (Foto: Musadeq Sadeq/Associated Press) |
Muitos dos relatos e investigações publicadas sobre a violência contra as mulheres no Afeganistão citam espancamentos, assédio, casamentos forçados, violações e a proibição das mulheres irem aos hospitais ou à escola, forçá-las a fazerem trabalhos difíceis, afastar os filhos para longe delas e impedi-las de terem qualquer voz na família e nas questões sociais.
Segundo o relatório acima referido da Womankind, 60 por cento dos casamentos no Afeganistão são forçados. E quase 57 por cento das meninas são forçados a casar antes de fazerem 16 anos.
Mulheres afegãs pedem comida |
A 16 de Agosto, a Amnistia Internacional confirmou que, na província nordeste de Kunduz, um casal foi apedrejado até à morte numa aldeia sob controlo talibã. O jovem casal tinha sido acusado de fugir por os seus pais se terem oposto ao casamento deles.
No Verão passado, uma fotografia na capa da revista Time revelava quão horrenda pode ser a situação. Na província de Oruzgan, os talibãs acusaram uma jovem de18 anos chamada Ayesha de ter abandonado o marido e condenaram-na a ghesas (um castigo islâmico que significa cortar uma parte do corpo). Essa sentença foi executada pelo marido dela, um combatente talibã que lhe cortou as orelhas e o nariz e os abandonou numa zona montanhosa.
A comunicação social oficial ocidental tem usado este tipo de notícias e tem destacado sobretudo o crime contra Ayesha para alegar que os talibãs são a fonte da violência contra as mulheres no Afeganistão. Isto é uma tentativa de justificar a ocupação. E, mais que outra coisa, tem sido usado para contrariar a opinião pública nos EUA que é favorável a uma retirada norte-americana. A fotografia de Ayesha na revista Time estava acompanhada pela seguinte mensagem na manchete: «Isto era o que aconteceria se saíssemos do Afeganistão».
Mulher afegã vítima de ataque com ácido |
Esta propaganda da guerra imperialista pode conseguir enganar algumas pessoas no estrangeiro, mas não pode de forma nenhuma justificar a ocupação aos olhos da maioria das pessoas no Afeganistão, que também têm vivido a brutal violência dos EUA e dos outros ocupantes, não só contra as mulheres mas também contra as crianças, os velhos e toda a população. A verdade é que os imperialistas dificilmente podem esconder do mundo inteiro o sangue que têm nas suas mãos devido à violência contra milhões de pessoas, incluindo e particularmente as mulheres do Afeganistão. Nada disto pode ser lavado com uma cirurgia plástica a Ayesha.
Um outro relatório esclarece indirectamente a situação das mulheres sob a ocupação liderada pelos EUA. «Novas investigações no Afeganistão mostram que está a aumentar o número de mulheres que cometem suicídio nesse país. As jovens que cometem suicídio lançando fogo a si próprias pareciam ser inicialmente um problema da província de Herat e de parte de Qandahar e Nimrooz, mas agora espalharam-se à maioria das províncias e sobretudo às províncias do norte e leste do Afeganistão. Faiz Mohammad Kaker, conselheiro de Karazi para a higiene e saúde, disse numa conferência de imprensa que 90 por cento desses suicídios se devem a depressão ou problemas mentais. Também referiu que o número de mulheres que sofrem de depressão grave é 28 por cento, que é um número muito elevado. Disse que todos os anos cerca de 2300 meninas e mulheres afegãs entre os 15 e 40 anos que sofrem de depressão cometem suicídio.» (Serviço em persa da BBC, 31 de Julho de 2010)
Mulher afegã vítima de violação e agressão |
Um fenómeno novo no Afeganistão é o número de mulheres que consomem drogas, o qual está a crescer. Segundo os números divulgados pela Comissão de Direitos Humanos do Afeganistão, mais de 120 mil mulheres consumem agora drogas, em particular ópio.
Porque é que o número de mulheres viciadas em droga e suicidas está a aumentar? Não será porque a pobreza e a violência contra elas estão a aumentar? Será que isso não quer dizer que os EUA e outros países imperialistas tornaram a situação ainda pior para as mulheres?
Não há dúvida nenhuma que as mulheres sofriam de uma forma quase inacreditável quando os talibãs e outros grupos fundamentalistas islâmicos estavam no poder. Mas não será verdade que a ocupação tornou a situação ainda mais complicada para as mulheres? Não veio aumentar os problemas e vidas difíceis das mulheres do Afeganistão, tal como a ocupação liderada pelos EUA indiscutivelmente o tem feito no Iraque? Os relatos e números disponíveis, e mesmo as investigações feitas por forças pró-imperialistas e por responsáveis do governo Karzai, tudo isto sugere que sim.
Mulher afegã com o corpo totalmente queimado |
Os imperialistas ocidentais são responsáveis por isto. Nos anos 80, apoiaram, treinaram e financiaram os fundamentalistas islâmicos para os usarem na sua disputa global com o bloco imperialista soviético seu rival. Apoiaram esses fundamentalistas islâmicos quando eles tomaram o poder após os soviéticos terem sido expulsos. O Ocidente escolheu continuar calado durante as duas décadas seguintes, enquanto os seus aliados afegãos cometiam atrocidades contra as mulheres. Quando os talibãs lutaram pela tomada do poder para escravizarem as mulheres, houve muitos relatos de os EUA estarem envolvidos no seu apoio através dos ISI, os serviços secretos paquistaneses. E depois, quando os EUA decidiram combater os talibãs, foi uma vez mais o povo do Afeganistão e sobretudo as mulheres que tiveram que pagar por isso.
A única forma de os EUA poderem tentar parecer bem no Afeganistão é tentando comparar a actual situação das mulheres em certas zonas com a que existia ou continua a existir sob os talibãs. Isto é, em si mesmo, uma admissão implícita de quão horrível é a situação das mulheres em todo o país. Porém, mesmo nesta indigna comparação, não é claro quem sai «vencedor».
O que os EUA e o governo Karzai que eles aí instalaram salientam como o seu grande feito é terem aberto escolas para meninas e permitido que as mulheres trabalhassem. Algumas mulheres trabalham como funcionárias públicas ou membros do parlamento e mesmo um punhado delas como polícias. Tudo isto era proibido pelos talibãs.
Mas o Afeganistão é uma república islâmica onde a sharia (a lei religiosa) tem precedência desde que a sua actual constituição foi aprovada para dar uma cobertura religiosa à ocupação. O regime de Karzai aprovou leis do casamento e da família inspiradas na shariaque dão aos homens o direito a impedir as suas esposas de saírem de casa. É ilegal uma mulher não ceder às exigências sexuais do marido. O hábito do governo de Karzai de libertar homens encarcerados por terem cometido violações em grupo é tão notório que até provocou um protesto das Nações Unidas. Numa entrevista ao serviço em persa da BBC, Sima Samar, actual dirigente da Comissão Independente de Direitos Humanos do Afeganistão, declarou: «As instituições governamentais são um sério obstáculo aos direitos das mulheres no Afeganistão». Mas os EUA e os outros imperialistas ocidentais não se ficam por aqui na punição das mulheres afegãs. Agora que decidiram iniciar negociações com os talibãs, podemos estar certos que qualquer aparência de «direitos» das mulheres que ainda possa existir será vendida se os EUA puderem obter alguma «solução política» para a sua guerra falhada. Este rumo dos acontecimentos tem sido denunciado antecipadamente pelos vários grupos de direitos das mulheres que operam sob a ocupação. A lição que se pode retirar disto é que nenhum imperialista nem nenhuma outra força reaccionária podem libertar as mulheres; eles são os principais opressores dos povos do mundo, incluindo as mulheres. A libertação das mulheres do Afeganistão foi apenas um pretexto para a invasão em defesa dos seus próprios interesses imperialistas. Mulher afegã chora a morte de um familiar assassinado num ataque aéreo da coligação invasora em Agosto de 2008, |
OREMOS PELA COREIA DO NORTE!!!
Cristãos norte-coreanos fogem de seu país
Ministério auxilia cristãos a fugir da Coreia do Norte e conseguir uma vida melhor em outros países
Nos últimos anos, o governo norte-coreano descobriu que a Tailândia é a porta de saída para muitos norte-coreanos que querem fugir do país e depois receber o reassentamento na vizinha Coreia do Sul. Mesmo que a Tailândia seja distante da península coreana, ela é o mais próximo aliado ao alcance da Coreia do Sul, com quem mantém uma boa política de relacionamento.
“Os primeiros que chegaram aqui pareciam que não tomavam banho há um mês”, disse Sugint Deckhul, que presenciou a chegada de cerca de 3 mil norte-coreanos a seu país.
A viagem para a Tailândia pode levar meses e o caminho está repleto de informantes e extorsões. Ser capturado na China significa ser deportado e, muito provavelmente, executado. Quando não são mortos, acabam em campos de trabalho forçado.
São desertores, como Joseph e sua família, que queriam fugir da Coreia porque passavam fome e não tinham onde buscar ajuda. E, contra todas as expectativas, eles – que estavam ligados a uma rede de cristãos – conseguiram fugir e se abrigar na casa de um casal cristão chinês. Lá eles puderam comer. Joseph relata: “Eu nunca tinha comido carne, nem visto animais como galinha, boi. Eu estava somente acostumado a comer arroz e legumes que meus pais plantavam.”
Além da comida, a família que os hospedou lhes ofereceu algo a mais: Jesus. “Ninguém na Coreia do Norte sabe sobre o cristianismo”, disse ele. “Mas eles me falaram dele e eu fui salvo. Agora percebo quantas vezes Deus nos ajudou.”
Joseph e sua família são um dos muitos exemplos de pessoas ajudadas pela “Underground Railroad”, que auxilia cristãos a fugir da Coreia do Norte e conseguir uma vida melhor em outros países.
Para fugir da Coreia, precisam de muita coragem. Atravessam rios, fronteiras e selvas para conseguir chegar à Tailândia. Como já dito, muitos chegam desnutridos e fracos, precisando do apoio de outros para se alimentar e se recompor. Depois disso, são deportados para a Coreia do Sul, já que a Coreia do Norte não está aberta para receber pessoas vindas da Tailândia ou de qualquer outro país.
“Os primeiros que chegaram aqui pareciam que não tomavam banho há um mês”, disse Sugint Deckhul, que presenciou a chegada de cerca de 3 mil norte-coreanos a seu país.
A viagem para a Tailândia pode levar meses e o caminho está repleto de informantes e extorsões. Ser capturado na China significa ser deportado e, muito provavelmente, executado. Quando não são mortos, acabam em campos de trabalho forçado.
São desertores, como Joseph e sua família, que queriam fugir da Coreia porque passavam fome e não tinham onde buscar ajuda. E, contra todas as expectativas, eles – que estavam ligados a uma rede de cristãos – conseguiram fugir e se abrigar na casa de um casal cristão chinês. Lá eles puderam comer. Joseph relata: “Eu nunca tinha comido carne, nem visto animais como galinha, boi. Eu estava somente acostumado a comer arroz e legumes que meus pais plantavam.”
Além da comida, a família que os hospedou lhes ofereceu algo a mais: Jesus. “Ninguém na Coreia do Norte sabe sobre o cristianismo”, disse ele. “Mas eles me falaram dele e eu fui salvo. Agora percebo quantas vezes Deus nos ajudou.”
Joseph e sua família são um dos muitos exemplos de pessoas ajudadas pela “Underground Railroad”, que auxilia cristãos a fugir da Coreia do Norte e conseguir uma vida melhor em outros países.
Para fugir da Coreia, precisam de muita coragem. Atravessam rios, fronteiras e selvas para conseguir chegar à Tailândia. Como já dito, muitos chegam desnutridos e fracos, precisando do apoio de outros para se alimentar e se recompor. Depois disso, são deportados para a Coreia do Sul, já que a Coreia do Norte não está aberta para receber pessoas vindas da Tailândia ou de qualquer outro país.
terça-feira, 14 de junho de 2011
NÃO TEMOS DESCULPAS DIANTE DE DEUS!!!!!
Crianças são humilhadas nas escolas por serem cristãs,onde todas as outras de sua sala de aula fazem uma fila e uma a uma cospem em seu rosto.Mulheres escondem versículos bíblicos junto aos cabelos...
E você...ainda está disposto a fazer Missões ainda que lhe custe a vida?
Embora seja difícil amados,ir e pregar,é uma ordenança do Senhor.Onde quer que você esteja,onde quer que você more,evangelize.Fale do amor de Deus,o mesmo amor que te alcançou...Não cesse de proclamar as boas-novas,pois vidas estão se perdendo a cada dia sem conhecer a Cristo.Peça vidas a Deus,sonhe com vidas,alcance vidas,ore por vidas,invista em vidas.Não deixe essa chama se apagar.
Recompensas:
"E todo aquele que tiver deixado casas,ou irmãos,ou irmãs,ou pai,ou mãe,ou mulher,ou filhos,ou terras,por amor do meu nome,receberá cem vezes tanto,e herdará a vida eterna." Mt 19.29
O fim:
"E ouvireis de guerras e de rumores de guerras;olhai,não vos assusteis,porque é mister que isso tudo aconteça,mas ainda não será o fim."
"E este evangelho do reino será pregado em todo o mundo,em testemunho a todas as gentes,e então será o fim." (Mt 24.6 e 14)
Assinar:
Postagens (Atom)